A sinfonia do nosso Eu – Reiki

Poderíamos nos comparar a um piano, com as notas baixas representando o corpo e as altas, os corpos sutis e o Eu espiritual. Saiba mais.

sinfonia do eu Reiki

A música Ocidental baseia-se numa escala de notas chamadas oitavas. Essas notas formam um grupo de ressonância ao qual correspondem a oitavas e timbres mais altos e mais baixos. Digamos que o corpo físico seja a oitava mais baixa e o espírito, a oitava mais alta. Na teoria da prática musical, quando se toca uma nota, as demais notas harmônicas também ressoam, assim a energia é transmitida através de todas as oitavas do piano.

Em nosso caso, só há transmissão do KI, através das diferentes partes do nosso ser se houver harmonia. Sem ela ocorre necessariamente um colapso no fluxo do Ki. Isso quer dizer que o corpo precisa estar em harmonia com as emoções, que precisam estar em harmonia com a mente, que precisa estar em harmonia com o eu espiritual para que o KI flua através de todo o sistema.

A energia se transmite entre os dois pólos – o eu físico e o espiritual – exatamente da mesma forma, e assim se passa também com os demais aspectos do seu ser. Quando você pensa alguma coisa ou sente uma emoção, cria-se uma energia ressonante que se transfere através de todas as oitavas. É por isso que uma emoção muito forte pode dar uma sensação de dor ou prazer. Lembre-se da última vez em que sentiu uma emoção forte. Seu corpo pode ter reagido com lágrimas ou ter lhe dado a sensação de estar com um nó na garganta. Portanto, os padrões negativos de pensamento podem provocar desequilíbrios correspondentes no plano físico.

Inversamente, também é possível que a mente e as emoções sejam afetadas pela ingestão de alimentos, drogas e outras substâncias. É como se, a todo o momento, houvesse uma sinfonia tocando nas partes que compõem seu ser. O importante é deixar que todas as suas notas soem em harmonia e acima de tudo, que toquem a música que realmente é você. Suponhamos que o seu Eu espiritual almeje dar expressão a algum dote de sua essência, como a pintura, a dança, etc. Entretanto, devido as pressões do dia a dia, você fica rejeitando a idéia de dar ouvidos a essa voz interior. A partir daí cria-se também uma tensão entre esses dois aspectos do Eu e a desarmonia resultante poderá resultar no futuro, em uma doença que afete o físico. Por isso é muito importante darmos atenção para a nossa intuição e dar vazão ao nosso Eu.

Um dos resultados importantes no rumo da saúde e da realização interior é a descoberta dos próprios bloqueios.

Todos nós dispomos do potencial para cultivar e usar nossas propriedades de cura e criatividade se estivermos abertos as possibilidades do que pode ser atingido.  Assim, é preciso estarmos abertos e flexíveis, pois é bem fácil entrarmos em becos sem saída por causa de convicções muito fortes, idéias fixas ou crenças distorcidas.

Como atua a força vital o Ki – Reiki

É muito importante o nosso entendimento de como atua o KI no ser humano holístico. Saiba mais.

É muito importante o nosso entendimento de como atua o KI no ser humano holístico. Isso é particularmente importante na compreensão das causas das doenças e das medidas a adotar para se manter o equilíbrio interior.

O nível mais denso do seu campo energético é o seu próprio corpo. A ciência afirma que o corpo é composto de átomos e moléculas unidos numa forma ou matriz particular que você pode reconhecer como sendo sua. Assim, você é predominantemente espaço, com cada um dos átomos que o constituem funcionando como um foco de energia. Todos temos Consciência do nosso eu físico, principalmente quando há desequilíbrios ou enfermidades, mas devemos também estar cientes que ele nos propicia experiências muito ricas e prazerosas.

O corpo físico representa uma extremidade do espectro de energia que possuímos, ao passo que a outra extremidade é aquela parte de nós que geralmente se conhece como alma, eu espiritual ou eu Superior. Também se pode chama-la de “essência nuclear”, “centelha Divina” ou qualquer outra cosia que represente a energia interior motivadora da vida. Pode-se dizer que dentro da alma é que residem a sabedoria interior e a Consciência Maior, a orientação e a iluminação, quando a ela temos acesso.

É possível medir as frequências de energia do corpo físico com instrumentos, mas não podemos ainda medir diretamente o KI do eu espiritual porque ele vibra num plano muito mais sutil.

Os mecanismos de autocura

O processo de autocura se dá num nível acima da consciência normal.

os mecanismos da autocura

 

Todos nós temos mecanismos de autocura muito poderosos, os quais corrigem os desequilíbrios assim que eles se manifestam, a não ser em situações de “enfermidades”. Quando você se corta, os mecanismos auto reparadores do organismo reagem de imediato. Se você pegar uma infecção viral, os glóbulos brancos de seu sistema imunológico trabalharão para combate-la.

O corpo está em contínua busca de homeostase ou equilíbrio geral, e apenas adoecemos quando esse equilíbrio sofre perturbações de maiores proporções. Quando se aprende a equilibrar a energia vital, promove-se ao mesmo tempo uma probabilidade maior de evitar antes de mais nada, os desequilíbrios.

O processo de autocura se dá num nível acima da consciência normal.

Você não precisa ordenar a seus glóbulos brancos que ataquem os corpos estranhos, pois eles o fazem automaticamente. Dito de outra maneira, corpo sabe corrigir a maioria dos desequilíbrios que podem afetá-lo, caso se encontre em circunstâncias adequadas. Quando  se trata de ajudar terceiros, somos um canal de projeção das ressonâncias ou energias corretas para permitir-lhes que restaurem por si mesmos seu equilíbrio.

Na prática, não se “cura” ninguém; tudo o que fazemos é ajudar os outros a curar-se a si mesmos. Lembre-se de que toda forma de cura deve ser feita como uma oferta, como dar água a quem tem sede. Não se deve obrigar ninguém a beber ou querer fazê-lo.

Cada um tem seu caminho a seguir, para alguns esse caminho passa pela doença e pelo sofrimento para o despertar de uma Consciência mais ampla sobre a vida e também sobre aspectos emocionais, mas devemos lembrar sempre que podemos escolher o caminho da auto observação que nos leva a uma compreensão maior de tudo nos ajudando a evitar o sofrimento. Algumas pessoas irão, por conseguinte, rejeitar os aspectos da cura que objetivarem remover os sintomas.

Como manter uma boa saúde de forma holística

Para manter a boa saúde é necessário atender certas necessidades. Saiba mais.

vida saudável

 

São essas as necessidades:

1.Fisiológicas (sono, fome etc.)

2.De segurança (estabilidade, ordem)

3.De amor e fraternidade

4.De estima (auto-respeito, auto-aprovação)

5.De auto-atualização (desenvolvimento das capacidades)

6.Do espírito (desenvolvimento espiritual)

Além disso, deve-se perceber que a saúde, a harmonia, a paz e a felicidade dependem de não colocarmos muita atenção no aspecto negativo de um acontecimento e sim de estarmos voltados principalmente para um nível além, para a realidade estável, criativa e construtiva – a nossa realidade interna e imortal.

Veremos também que essa harmonia requer capacidade de aceitar as coisas como são e de perceber que por trás de tudo há uma bem maior. A partir daí podemos realmente transformar as situações.

A prevenção e a cura acontecem quando localizamos o erro dentro de nós mesmos e suprimimos esse defeito por meio do cuidadoso aprimoramento da virtude que o destruirá; não combatendo diretamente o erro, mas desenvolvendo tanto essas virtudes opostas que ele chegue a ser varrido de nossas naturezas.

 

 

As causas e finalidades das doenças – Agni Terapias

Tudo nesse mundo tem uma finalidade, em essência, a doença é resultado do conflito entre a alma e a mente. Saiba mais.

a causa das doenças

 

Tudo nesse mundo tem uma finalidade, até o que a princípio possa parecer ruim.

A energia Reiki age em todos tipos de doenças, sejam elas físicas ou emocionais, sendo que na impossibilidade da cura, ela minimiza o sofrimento, tornando os processos menos dolorosos.

Em essência, a doença é resultado do conflito entre a alma e a mente, e ela jamais será erradicada exceto por meio de esforços mentais e espirituais. Nenhum esforço que se destine apenas ao corpo pode fazer mais do que reparar superficialmente um dano, e nisso não há nenhuma cura, pois a causa ainda continua em atividade e pode, a qualquer momento, manifestar novamente a sua presença, assumindo outro aspecto.

A doença, ainda que pareça cruel – uma punição de Deus – é, na verdade, uma ferramenta para nossa evolução, tendo em vista que ela que ela nos guia na direção de nossos defeitos. Se formos em busca de suas verdadeiras causas estaremos promovendo a cura e nossa própria evolução. Resumidamente, podemos dizer que apesar da dor oriunda desse processo, a doença pode nos fazer pessoas melhores e mais evoluídas, desde que encarada da forma correta.

Não estou patrocinando a idéia de que a doença e a dor são bem-vindas. Absolutamente não.

A questão que se ela aparece, é porque o Universo já tentou usar de outros meios para nos fazer evoluir, e não obteve sucesso. Dizem os espíritas: Quem não aprende pelo amor, o faz pela dor. Sejamos compassivos com todos os doentes e com nós mesmos, mas sem ignorar a verdadeira finalidade dessa situação.

A medicina atual está fracassando pelo fato de ocupar-se somente dos efeitos, não das causas. Ela faz uso da alopatia que, apesar de ser uma ferramenta válida, gera efeitos colaterais muitas vezes mais desastrosos que a própria doença que se pretende combater. No futuro, inevitavelmente, os médicos deverão ter dois objetivos principais: O primeiro será o  de  ajudar  o paciente  a  alcançar  um  conhecimento  sobre  si  e  apontar-lhe  os  erros fundamentais que ele possa estar cometendo, as deficiências em seu caráter que ele teria a corrigir e os defeitos de sua natureza que têm de ser erradicados e substituídos por virtudes correspondentes. Esse médico terá de ser um grande estudioso das leis que governam a humanidade e a própria natureza humana, de modo que possa reconhecer em todos os que a ele acorrem os elementos que estão causando conflito entre a alma e a personalidade. Terá de ser capaz de aconselhar o paciente de como restabelecer melhor a harmonia requerida, que ações contra a Unidade (veja a definição de holismo) deve deixar de praticar e que virtudes necessárias deve desenvolver para eliminar seus defeitos.

O segundo dever do médico será ministrar os remédios que ajudem o corpo a recobrar a força, auxiliem a mente a serenar-se, ampliem seu panorama e sua luta pela perfeição, trazendo, assim, paz e harmonia para toda a personalidade. Tais remédios existem na natureza, e foram colocados ali pela graça do Divino Criador para a cura e conforto da humanidade.