Nós vivemos em um mar de energias

Cada vez fica mais evidente para as pessoas em geral e para a ciência o mar de energias que nos rodeia e que interagimos de diversas maneiras.

 

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Nós estamos cada vez mais vivenciando experiências pessoais que nos mostram que vivemos em um mar de energias que nos envolve, que nos influenciam e que interagimos com elas o tempo todo.

Precisamos aprender a lidar com elas de maneira que nos ajude a encontrar as respostas de como elas nos influenciam, nos ajudando ou nos atrapalhando, melhorando ou piorando a nossa saúde.

Um dos estudos que fazem essa pesquisa, das energias que nos rodeiam e influenciam é a Radiestesia.

Vai chegar o tempo ( já está chegando) que o estudo das energias não será mais tido como esoterismo ou como algo “espiritual” e será considerado como uma ciência acadêmica.

Compartilho aqui um trecho do livro “Mãos de luz” da autora barbara Ann Brennam, que é; física, astrofísica da NASA, PhD em Filosofia, Doutora em Teologia, Professora e Pesquisadora em Tratamento e Cirurgia Espiritual.

Nesse trecho a autora explica muito bem e de forma clara esse contexto das energias que nos rodeiam:

“À proporção que nos permitimos desenvolver novas sensibilidades, principiamos a ver o mundo inteiro de maneira muito diferente. Começamos a prestar mais atenção a aspectos da experiência que antes nos pareciam periféricos. Surpreendemo-nos a usar uma nova linguagem para comunicar as novas experiências. Expressões como “vibrações más” ou “a energia ali era grande” estão se tornando comuns.

Principiamos a notar e a dar mais crédito a experiências como a de encontrar alguém e a de gostar ou desgostar desse alguém, num instante, sem nada saber a seu respeito. Gostamos das suas “vibrações”. Podemos dizer quando alguém está olhando para nós e erguemos a vista para ver quem é. Podemos ter a sensação de que alguma coisa está por acontecer, e ela acontece. Pomo-nos a reparar na nossa intuição. “Sabemos” coisas, mas nem sempre sabemos como sabemos.

Temos a sensação de que um amigo está se sentindo de certa maneira, ou necessita de alguma coisa e, quando nos preparamos para satisfazer a essa necessidade, descobrimos que estamos certos. Às vezes, durante uma discussão com alguém, sentimos que alguma coisa está sendo arrancada do nosso plexo solar, ou nos sentimos “apunhalados”, ou esmurrados no estômago, ou ainda como se alguém
estivesse derramando um jarro de melaço denso, viscoso, sobre nós. Em compensação, às vezes nos sentimos cercados de amor, acarinhados por ele, banhados num mar de suavidade, de bênçãos e de luz. Todas essas experiências têm realidade nos campos de energia.

O nosso velho mundo de sólidos objetos concretos está rodeado e impregnado de um mundo fluido de energia radiante, em constante movimento, em constante mutação, como o oceano.

Em minhas observações no decurso de todos esses anos, tenho visto as contrapartes dessas experiências como formas dentro da aura humana, que consistem nos componentes observáveis e mensuráveis do campo de energia que envolve e penetra o corpo. Quando alguém foi “enganado” por um amante, o engano é literalmente visível para o clarividente. Quando você sente que alguma coisa está sendo arrancada do seu plexo solar, geralmente está.

Isso pode ser visto pelo clarividente. Eu posso vê-lo. E você também poderá, se seguir a sua intuição e desenvolver os seus sentidos. Ajuda o desenvolvimento da Alta Percepção Sensorial refletir no que os cientistas modernos já aprenderam a respeito do mundo dos campos da energia dinâmica. Ajuda-nos a remover os obstáculos do cérebro, que nos impedem de ver que nós, também, estamos sujeitos a todas as leis universais. Diz-nos a ciência moderna que o organismo humano não é apenas uma estrutura física feita de moléculas, mas que, como tudo o mais, somos também compostos de campos de energia.

Também fluímos e refluímos como o mar. Também mudamos constantemente. Como é que nós, seres humanos, lidamos com esse tipo de informação? Adaptamo-nos aela. Se essa realidade existe, desejamos experimentá-la. E os cientistas estão aprendendo a medir essas mudanças sutis, desenvolvendo instrumentos para detectar os campos de energia relacionados com o nosso corpo e a medir-lhes as freqüências.

Eles medem as correntes elétricas do coração com o eletrocardiograma (ECG). Medem as correntes elétricas do cérebro com o eletroencefalograma (EEG). O detector de mentiras mede o eletropotencial da pele. Podem-se medir agora até os campos eletromagnéticos ao redor do corpo com um instrumento sensível chamado SQUID, que nem sequer toca o corpo quando mede os campos magnéticos à sua volta. O Dr. Samuel Williamson, da Universidade de Nova York, afiança que o SQUID oferece mais informações a respeito do funcionamento do cérebro do que o EEG
comum.

A medida que a medicina confia cada vez mais nesses instrumentos sofisticados, que medem os impulsos do corpo, a saúde, a moléstia e a própria vida estão sendo lentamente redefinidas em função dos impulsos e padrões de energia. Já em 1939, os Drs. H. Burr e F. Northrop, da Universidade de Yale, averiguaram que, pela mensuração do campo de energia da semente de uma planta (que chamaram de V, ou campo de vida), poderiam dizer quão saudável seria a planta proveniente dessa semente. Eles descobriram que, pela mensuração do campo dos ovos de uma rã, poderiam discernir a localização futura do sistema nervoso da rã. Outra mensuração
dessa natureza indicou com precisão o tempo de ovulação em mulheres, o que possibilitaria a formulação de um novo método de controle da natalidade.

Em 1959, o Dr. Leonard Ravitz, da William and Mary University, mostrou que o Campo da Energia Humana flutua de acordo com a estabilidade mental e psicológica da pessoa, sugerindo que existe um campo associado aos processos do pensamento. E deu a entender que a variação desse campo de pensamento provoca sintomas psicossomáticos.

Em 1979, outro cientista, o Dr. Robert Becker, da Upstate Medical School, de Siracusa, Nova York, desenhou o mapa de um campo elétrico complexo sobre o corpo, com a forma do corpo e do sistema nervoso central. Ele deu a esse campo o nome de Sistema de Controle Corrente Direto e descobriu que ele muda de forma e de força com as mudanças fisiológicas e psicológicas. E também descobriu partículas que se movem através do campo com o tamanho de elétrons.

O Dr. Victor Inyushin, da Universidade de Kazakh, na Rússia, vem realizando extensas pesquisas com o Campo da Energia Humana desde a década de 1950. Usando os resultados dessas experiências, ele sugere a existência de um campo de energia “bioplásmica”, composto de íons, prótons livres e elétrons livres. Sendo este um estado distinto dos quatro estados conhecidos da matéria — sólidos, líquidos, gases e plasma — Inyushin dá a entender que o campo de energia bioplásmica é um quinto estado da matéria. Suas observações mostraram que as partículas bioplásmicas, constantemente renovadas por processos químicos nas células, estão em contínuo movimento, parecendo tratar-se de um equilíbrio de partículas positivas e negativas dentro do bioplasma relativamente estável. Em havendo uma severa alteração nesse equilíbrio, a saúde do organismo estará afetada.

A despeito da estabilidade normal do bioplasma, Inyushin descobriu que uma quantidade significativa da energia é irradiada para o espaço. Nuvens de partículas bioplásmicas, destacadas do organismo, podem ser medidas em seus movimentos pelo ar.

Desse modo, fomos mergulhados num mundo de campos de energia vital, de campos de pensamento e de formas bioplásmicas que se movem ao redor do corpo e dele emanam. Somos o próprio bioplasma, vibrante e radiante! Mas se consultarmos a literatura, veremos que isso não é novo. As pessoas têm conhecido esse fenômeno desde o aurorescer dos tempos. Acontece apenas que, hoje, o fenômeno está sendo redescoberto, depois de ter sido desconhecido ou rejeitado pelo público ocidental por algum tempo, durante o qual os cientistas se concentraram no conhecimento do mundo físico. À medida que esse conhecimento se desenvolveu, e a física newtoniana deu lugar às teorias da relatividade, do eletromagnetismo e das partículas, tornamo-nos cada vez mais capazes de vislumbrar as conexões entre as descrições científicas objetivas do nosso mundo e o mundo da experiência humana subjetiva.”

 

Reiki – benefícios para quem pratica e para quem recebe.

Você sabia que o praticante de Reiki também está recebendo a energia enquanto aplica ?

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A energia Reiki não se esgota, não é a energia do praticante, e quanto mais ele aplica mais ele também recebe Reiki, essa é um dos grandes benefícios desse método, quanto mais você doa, mais você recebe.

Todos podem aprender , todos podem ser um canal Reiki. O Reiki não é um sistema religioso ou filosófico com tabus. Não utiliza preces, mentalizações, fé, objetos, talismãs. É como ondas radiônicas e por isso, pode reprogramar eventos passados e futuros.

Penetra através de qualquer coisa.

Energia não desgasta o praticante pois ,se utiliza da Energia Vital do Universo.
Não precisa ter o diagnóstico.

Alivia rapidamente dores físicas age de forma holística.

É reconhecido pela Organização Mundial da Saúde.

Serve para autotratamento, de outras pessoas, plantas e animais.

Reiki significa colocar em sintonia a própria energia com a energia Universal.

Reiki aproxima o indivíduo de seu corpo, da sua mente e da sua consciência através do amor.

Reiki é um método único para desbloquear os poderes encontrados dentro de você, restaurando a Energia Vital, recuperando o seu equilíbrio imunológico.

A base do Reiki, é a transmissão da energia direta do professor ao aluno – o que é chamado de iniciação ou sintonização .

Reiki alivia a dor, acelera o processo de cura, tranqüiliza o paciente, equilibra os chacras e energiza a aura. Em resumo, o Reiki é a terapia do milênio; que irá tornar mais feliz e saudável sua vida.

No Reiki encontramos um auxilio imenso quando a vida nos impõe desafios penosos e difíceis de passar. É no Reiki, que encontramos a força e a coragem de que necessitamos para continuar a levar a nossa vida com alegria e fé.

Dica – Proteja a sua Aura

Dicas para proteger a sua energia a sua Aura em diversos ambientes, no trabalho, e em outros lugares que possam estar tensos, irritantes e carregados.

 

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Nós vivemos num oceano de energia – que tem diferentes nomes nas mais diversas culturas, como energia vital, em português; prana, em sânscrito; pneumo, em grego , com o qual se está em constante interação.

Se você quiser saber mais sobre a sua Aura, acesse o nosso post que explica bem sobre o assunto, para acessar clique aqui.

Para se proteger de pessoas e lugares estressantes e tristes

Como fazer: cruzar braços e pernas.

Por que fazer: para tornar a aura mais densa, compacta, menor.

Quando fazer: quando se sentir mal, cansado depois de lidar com certa pessoa, como se ela tivesse sugado sua energia; diante de vendedores agressivos, que desejam persuadi-lo a comprar algo desnecessário; quando estiver em lugares estressantes; em lugares como hospitais, velórios e delegacias de polícia, onde há grande energia de sofrimento e de dor.

Observação: em uma reunião ou diante de um superior, não é indicado o uso da posição de fechamento total (braços e pernas) para não ser mal interpretado. Portanto, nessas ocasiões, cruze as pernas e coloque as mãos juntas no colo. Dessa forma, a posição é de receptividade e cooperação.

Fortalecimento da aura em qualquer ocasião social

Como fazer: sentado ou de pé, conecte a língua ao céu da boca e feche as mãos na frente do corpo, com a mão esquerda sobre a mão direita.

Por que fazer: para aumentar o nível de energia no corpo e fortalecer a aura.

Quando fazer: em qualquer ocasião social, como ir a um restaurante, coquetel, reunião, etc.

Observação: você pode usar outras formas de fechamento das mãos. Algumas delas são: fechar as duas mãos com os polegares dobrados para dentro e colocá-las nos bolsos para que outras pessoas não vejam; colocar as mãos atrás das costas e fechar a mão esquerda com o polegar dobrado para dentro e depois segurá-la com a mão direita.

Para fazer no trabalho

Como fazer: de pé ou sentado, feche os olhos e concentre-se no chacra Ajna (entre as sobrancelhas). Inspire vagarosamente em sete tempos, segure a respiração em um tempo e expire vagarosamente em sete tempos. Visualize uma lâmpada amarela à sua frente. Imagine-se pequeno entrando nela e depois imagine-se dentro dela envolto nessa luz amarela. Sinta como o escudo é forte. Visualize o escudo mental com uma cor amarela metálica que envolve a luz amarela. Mentalmente afirme: “Estou escudado e protegido de todos os ataques e contaminações psíquicas, protegido de todo mal e perigo. Esse escudo ficará comigo durante 12 horas”.

Por que fazer: para obter clareza mental a fim de não ser atingido por pensamentos criados por muitas pessoas durante um período considerável de tempo.

Quando fazer: no trabalho, para se manter concentrado sem se distrair com as formas mentais alheias; em caso de um ataque psíquico intencional, quando desejam influenciar seu comportamento.

Prevenção do suicídio – Setembro Amarelo – Agni Terapias

Durante o mês de Setembro será dedicada a campanha de prevenção ao suicídio.  Campanha teve início em 2015 no Brasil, visa conscientizar as pessoas sobre o suicídio bem como evitar o seu acontecimento.

 

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Segundo a Organização Mundial da saúde (OMS), 32 pessoas se suicidam por dia no Brasil, o que significa que o suicídio mata mais brasileiros do que doenças como a  AIDS e o câncer.

Como começou a campanha

O Setembro Amarelo começou nos EUA, quando o jovem Mike Emme, de 17 anos, cometeu suicídio, em 1994.

Mike era um rapaz muito habilidoso e restaurou um automóvel Mustang 68, pintando-o de amarelo. Por conta disso, ficou conhecido como “Mustang Mike”.

Seus pais e amigos não perceberam que o jovem tinha sérios problemas psicológicos e não conseguiram evitar sua morte.

No dia do velório, foi feita uma cesta com muitos cartões decorados com fitas amarelas. Dentro deles tinha a mensagem “Se você precisar, peça ajuda.”. A iniciativa foi o estopim para um movimento importante de prevenção ao suicídio, pois os cartões chegaram realmente às mãos de pessoas que precisavam de apoio.

Laço amarelo

Em consequência dessa triste história, foi escolhido como símbolo da luta contra o suicídio, o laço amarelo.

Muitas vezes a pessoa que pensa em suicídio e chega a cometer o ato está passando por uma forte depressão, angústia, ansiedade ou outros estados psicológicos negativos.

Nós da Agni terapias Integrativas disponibilizamos uma terapia online, gratuita, que pode ajudar muito quem estiver se sentindo assim a sair dessa condição e evitar futuras consequências, viver uma vida melhor, que a cada dia vai valer mais a pena. A meditação é uma prática fácil, pode parece complicada por tudo o que foi escrito antes sobre a prática, nós disponibilizamos áudios de meditação guiada gratuitamente que com os áudios você vai obter todos os benefícios dessa prática, que ajudam a melhorar da depressão, diminuir a ansiedade e até questões físicas.

E nessa terapia nós adicionamos o reiki com a prática da meditação, enviamos o reiki a distância para o momento que a pessoa está ouvindo o áudio de meditação guiada e os resultados tem sido surpreendentes. Participe !

Escolha mudar a sua vida, você vai ver que vale a pena !

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Uma experiência de cura – Agni Terapias

Quando se trabalha, pratica, o reiki ou diversas outras modalidades, sistemas de cura através das energias, presenciamos diversos acontecimentos inusitados, e isso é incrível, muitas coisas não podemos explicar, muitas vezes nem a ciência consegue explicar.

 

experiência de cura

 

Esse pequeno relato é do autor Richard Gordon, no livro – O Toque quântico – Quantum Touch – O poder de curar.

Um episódio no consultório

“A minha mãe está com uma dor muito grande… ela pode se sentar aqui, por favor?”

Perguntou uma mulher que parecia estar na casa dos sessenta. O meu amigo e eu,  que estávamos a folhear um livro, saímos logo do banco do escritório, onde estávamos e convidou as mulheres a ocupar os nossos lugares. A mulher, que era muito velha e estava inclinada sobre si própria, com uma respiração muito difícil e dolorosa, aproximou-se muito humildemente e sentou-se. Eu perguntei à filha qual era o problema da sua mãe e em que é que ela poderia precisar de ajuda. Ela contou-me que a mãe estava com uma extrema dor nas costas.

Durante cerca de trinta segundos, tive um debate dentro de mim para saber se devia ou não deixar-me envolver nesta questão, mas o “curador” que existe em mim, como em todos, levou a melhor. Expliquei à filha que, na minha profissão, uso uma forma de curar com as mãos e devia tocar levemente na área onde sentia a dor.

Ela perguntou à mãe se aceitaria que eu fizesse isso. Falou com a mãe em francês, e disse que a senhora mais velha aceitava e até achava que seria ótimo. Na minha maneira típica de trabalhar, eu faço o meu trabalho em qualquer lugar em que esteja, como, por exemplo, no meu escritório.

Tem-me acontecido muitas vezes dar sessões de cura em concertos, palestras, filmes, campos de golfe, seminários, supermercados, ou onde quer que aconteça estar. Chamo a isso a minha “Sala de sessões”. Pedi então à mãe da senhora para apontar o local onde sentia a dor. Risos…, e um momento depois, eu estava de joelhos com minhas mãos no local que a senhora me indicou como doloroso. Ela estava a respirar de um modo muito ofegante e seu rosto estava contorcido pela dor, quando comecei a “aplicar a Energia” através das minhas mãos. Perto de cinco minutos depois, o rosto da mulher mais velha parecia pacificado. Virou-se para mim e disse simplesmente: “Obrigado, eu estou melhor agora.”

As duas mulheres levantaram-se, sorriram para mim, e saíram do meu escritório sem mais uma palavra. Imediatamente, sentei-me no banco e peguei de novo no livro, pronto para recomeçar onde tínhamos ficado. Para minha surpresa, o meu amigo estava visivelmente muito abalado pela experiência. Apesar de eu e ele termos já uma amizade normal, desde há um grande número de anos, ele tinha escapado ao meu encontro inexorável com o cepticismo das pessoas: “Como é que pode pegar simplesmente num livro, depois de uma experiência como essa?”, perguntou ele. Expliquei que as curas são uma espécie de experiência quotidiana. Embora estas experiências tivessem sido chocantes para mim, quando comecei a fazer Quantum – Touch, ao longo dos anos eu já me tinha acostumado a eles e até tinha aprendido a esperar estes resultados!